Desde , brasileiros
R$ 0
+ a cada segundo
Com o que deixou de ser perdido, dá para pagar
Antes da proibição
Como calculamos
Cada número parte de um valor anual publicado (fontes abaixo de cada cartão), dividido em uma taxa por segundo e multiplicado pelo tempo desde a publicação da MP 1.394/2026. São estimativas que supõem que o volume de antes da proibição continuaria igual; não são medições em tempo real.
As equivalências usam as perdas evitadas (o que os apostadores depositavam menos o que recebiam de volta em prêmios), e não o fluxo total de Pix, porque boa parte daquele fluxo voltava ao apostador.
Vidas: não existe contagem oficial de suicídios ligados a apostas no Brasil, porque as certidões de óbito não registram o vício em jogo. A estimativa multiplica as 1,4 milhão de pessoas em jogo problemático (IEPS) pela taxa de suicídio do país (7,6 por 100 mil em 2024) e pelo risco adicional de quem tem transtorno do jogo (15 vezes maior, segundo estudo sueco de 2018). O resultado, cerca de 1.500 mortes por ano, mede mortes associadas ao jogo, não comprovadamente causadas por ele.
Se você está passando por um momento difícil, ligue 188 (CVV), de graça e 24 horas, ou acesse cvv.org.br.